A necessidade da violência

2025-12-15

Ser pacífico não é o mesmo que ser indefeso e isso é uma coisa que a sociedade moderna parece ter esquecido.

Existe milhares de homens maus e violentos, que estão apenas esperando o momento e oportunidade pra por sua vileza em prática. Eles não serão justos ou longânimos, eles violentarão qualquer um que passar por seu caminho.

Por isso que o pai tem o dever de malhar e lutar, pra poder proteger seus filhos e mulher. De estar sempre preparado pro confronto ainda que não necessário. Pois sua família cruzará em algum momento pelo homem cruel.

Não estar preparado é entregar a própria família para o sofrimento e isso não é amor, é desprezo por quem nos ama. Se poupar do dever é sacrificar a família e usar o argumento de que não quer traumatizar os filhos, ao ser mais violento que o agressor, é usar as vítimas como escudo pra própria covardia e egoísmo.

Um pai que bate num agressor não deixa o filho traumatizado, deixa ele orgulhoso e faz ele se sentir protegido. Esse é o papel do pai e marido, proteger sua família e ele só será capaz disso se for mais violento que seu agressor.

Já dizia o ditado "si vis pacem, para bellum" (se quer paz, prepare-se para a guerra). O homem que abdica de sua responsabilidade de protetor do lar não é alguém pacífico, mas passivo e, pior do que isso, cruel com quem afirma amar.

Há a brincadeira de que dinheiro e força só não funciona quando é pouco, nesse caso nós podemos usar força como sinônimo de capacidade de proteger os familiares. Esse médico falhou, não por apanhar, mas por não bater.

A proteção da família nos impele a ir até as últimas consequências, o homem que ama está disposto a matar ou morrer por seus amados. Não importa o quanto ele vá sofrer por isso, o importante é que sua família sofra menos.